A agricultura urbana e a nova logística do futuro

A agricultura urbana e a nova logística do futuro
Por Lewton Burity
A produção ao lado dos consumidores, numa logística simplificada e nas periferias ou mesmo nos centros urbanos, com estudos de captação e conservação da água, irrigação por gotejamento ou aspersão periódica, controle de luminosidade, agrotóxicos e defensivos em escala reduzida, menores riscos gerais de perdas, colheitas mais racionalizadas, melhor produtividade (agora teremos colheitas de toneladas ou unidades por metros cúbicos. Na fazenda tradicional é de unidades colhidas por metro quadrado).

Mostramos na foto anexa, os novos conceitos da agrotecnologia do futuro. O campo rural começa a sofrer vários impactos econômicos e Ecológicos, que estão modificando a lógica da aplicação de capital para tarefas, trabalhos e serviços da agricultura.

Vemos na foto um mosaico de propostas arquitetônicas para a adoção do conceito de “fazendas verticais urbanas”. Este conceito já Provoca uma corrida para geração de novas tecnologias, soluções técnicas e patentes. Um vasto ‘campo’ para novas invenções.

A produção ao lado dos consumidores, numa logística simplificada e nas periferias ou mesmo nos centros urbanos, com estudos de captação e conservação da água, irrigação por gotejamento ou aspersão periódica, controle de luminosidade, agrotóxicos e defensivos em escala reduzida, menores riscos gerais de perdas, colheitas mais racionalizadas, melhor produtividade (agora teremos colheitas de toneladas ou unidades por metros cúbicos. Na fazenda tradicional é de unidades colhidas por metro quadrado).

A crise ambiental planetária, e suas catástrofes, estão impelindo uma ‘revisão’ completa nos processos técnicos, comerciais e Administrativos da agricultura mundial. Temos várias afetações ambientais provocadas pelo antropismo humano e suas atividades Civilizadoras.

Muitos eventos no campo rural estão descapitalizando o sistema securitário e investidor em atividades rurais, dentre elas:

  1. Desertificação;
  2. Desmatamento e desflorestamento;
  3. Erosão e sedimentação;
  4. Esgotamento das fontes de água;
  5. Aumento dos custos da logística;
  6. Aumento dos custos de energia e combustíveis;
  7. Maior controle de agrotóxicos;
  8. Geoprocessamento por satélites;
  9. Calamidades ambientais incontornáveis;
  10. Automação da semeadura, do tratamento e da colheita;
  11. Esgotamento das linhas de crédito e financiamento de plantios;
  12. Insolvências contábeis por perdas em eventos críticos;
  13. Aumento de impostos e taxas;
  14. Aumento de perturbações de movimentos sociais politizados;
  15. Aumento nas exigências de controle sanitário e da saúde;
  16. Aumento populacional e sua distribuição demográfica;
  17. Esgotamento da infraestrutura para uma mobilidade ágil e segura da produção e da economia;
  18. Crises de pragas e ataques de animais predadores;
  19. Secas e baixos níveis pluviométricos;
  20. Necessidades de pré-beneficiamentos e processamentos adicionais de controle da qualidade e de perdas inerentes.

Os subsídios agrícolas poderão se expandir nos países de produção mais eficiente e organizada, para criação e sustentação de Superestruturas de inteligência, pesquisas e desenvolvimentos, para enfrentamento científico dos problemas que os eventos acima irão pressionar a evolução da agrotecnologia.

A era da otimização da agropecuária geral do mundo está se iniciando, na busca de “maximizar ganhos e minimizar perdas”, num enfoque de Controles baseados em indicadores de “perdas zero” e de “ganhos cem”. Ou em ppm – partes por milhão para perdas e incidências de Não-conformidades.

Se o Brasil é um país “agrícola de faceta industrial” precisará abrir estas porteiras do futuro no campo da agrotecnologia… Caso contrário iremos consumir “cestas básicas” chinesas (1), pela falta de alimentos mais apropriados.

Fonte: Administradores 

Postado por: Soluções Transportes | www.solucoestransportes.com.br

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