Com fim dos embargos, carne brasileira busca mercado na China. Brasil pretende habilitar 11 frigoríficos para China

Com fim dos embargos, carne brasileira busca mercado na China. Brasil pretende habilitar 11 frigoríficos para China

Considerado como um mercado estratégico para o futuro da exportação de carne bovina, a China voltará a comprar do Brasil a partir de janeiro de 2015. Agora, a prioridade do governo federal e das entidades do setor é garantir a habilitação de mais 11 plantas, além das oito já aprovadas. No Rio Grande do Sul, o único frigorífico habilitado é o Marfrig, em Alegrete, que corre o risco de fechar. Entretanto, no novo pacote, mais um estabelecimento gaúcho deve ganhar autorização para esse destino.

De acordo com o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Fernando Sampaio, ainda não há data definida para aprovação das novas plantas, mas os chineses se comprometeram em acelerar o processo. “Essa é a prioridade do momento. E, na missão do ministro da agricultura, a China garantiu que vai dar celeridade às habilitações”, afirma. Segundo Sampaio, os asiáticos sustentarão as compras de carne bovina na próxima década. “A FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) estima que a Ásia vá ser responsável por mais de 60% do aumento do consumo de carne no mundo nos próximos dez anos”, ressalta.

Quando iniciou o embargo, em 2012, após um caso de encefalopatia espongiforme, conhecido como mal da vaca louca, registrado no Paraná, a China importava 17 mil toneladas da proteína brasileira, totalizando US$ 37,7 milhões. A projeção do ministro da agricultura, Neri Geller, é de que, em 2015, o faturamento brasileiro nesse mercado gire entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões. Em julho deste ano, após o anúncio da suspensão da barreira, a projeção do governo federal indicava a possibilidade de um montante de US$ 1,2 bilhão.

Para a Abiec, a concorrência da Austrália, que assinou, ontem, um acordo de livre comércio com a China garantindo acesso preferencial à sua carne, não deve atrapalhar o Brasil, pois a demanda crescerá acima da oferta. Além disso, o mercado da Arábia Saudita, que estava fechado desde 2012 pelos mesmos motivos que o chinês, também será retomado a partir de janeiro. De acordo com Sampaio, há condições de voltar a exportar para os sauditas no mesmo patamar de três anos atrás: 36 mil toneladas anuais, com faturamento de US$ 170 milhões.

Fonte: Jornal do Comércio | blog Agroline 

Postado por: Soluções Transportes | www.solucoestransportes.com.br

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